Modernista! is not for everyone

logo modernistaQuando você clicar no link da Modernista! vai achar que ocorreu algum bug no carregamento da página, mas então surge uma mensagem bem ao lado do pequeno menu vermelho, na parte superior esquerda do monitor: “Don’t be alarmed. You are on the new Modernista! site. Feel free to browse using the menu to the left. Have fun!” Passando o mouse por “wrk” você tem acesso ao portfolio da agência separado em 3 categorias: print, TV e web que utilizam respectivamente o Flickr, o YouTube e o del.icio.us para apresentar os trabalhos da agência. Quando você visita o site digitando o endereço diretamente no navegador a Wikipedia também é utilizada, mostrando o artigo que fala sobre a Modernista!

Sim, é um conceito pioneiro de navegação e utilização de recursos. Afinal, para que pagar por um servidor potente para hospedar suas imagens e principalmente seus vídeos, se estes serviços já existem gratuitamente na rede? E o melhor, cada um deles é visitado e utilizado por uma comunidade especializada e ávida por novidades, que utilizam suas respectivas ferramentas de busca quando querem encontrar algo. Assim, a agência multiplica as possibilidades de ser encontrada e de divulgar o seu trabalho através destas ferramentas, que já são marcas conhecidas e consagradas. Mas também é uma abordagem ousada e pode até espantar clientes menos descolados, mas como a própria agência deixa claro no ab.ou.t: Modernista! não é para todos!

Revista Webdesign

45.jpgSábado comprei a Revista Webdesign de setembro (#45), sentei e li todas as páginas em alguns minutos. Não porque a revista estava boa, mas porque eu estava realmente curioso para ver se havia alguma matéria com conteúdo. Devo confessar que fiquei decepcionado quando cheguei à última página. A Revista Webdesign é uma das poucas referências impressas para o profissional da área publicada no Brasil. O projeto gráfico da revista continua praticamente o mesmo ruim de 2005, utilizando fonte Verdana, que é mais própria para o monitor, com blocos de texto forçadamente justificados, como na coluna do Michel Lent Schwartzman. Os ícones e cores utilizados também são muito fracos.

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Fontes em perigo

Chuck Davis, fundador da fonthouse Letterhead Fonts está comprando uma grande briga ao tentar implementar um sistema “anti-roubo” em suas fontes. O grande problema é que o seu sistema trás várias limitações ao uso de fontes, como por exemplo, elas passam a não aparecer mais nos gerenciadores de fontes, o designer não poderá enviar mais as fontes ao bureau de impressão, não poderão mais ser embutidas nos arquivos PDF, entre outros limitações. Leiam por exemplo o comentário de Chris Papasadero, publicado no K10K, que discorda de Chuck e promete não mais comprar as suas fontes.

Tables are for Tabular Data

Infelizmente o CSS ainda não é a melhor opção para posicionar dados tabulares, mas isso não é desculpa para não melhorarmos o aspecto visual das tabelas. Existem vários tutoriais e dicas espalhados pela web ensinando técnicas CSS para melhorar a aparência dessas famigeradas, como este tutorial publicado a uns 2 anos no blog da Veerle; ou esse outro da A List Apart, ensinando a criar uma tabela zebrada com a ajuda de DOM, CSS e Javascript. No artigo Bring on the tables, Roger Johansson discute a forma correta de usar as tabelas. E existem até sites com templates específicos para tabelas, como o CSS table gallery. E como diz Gavin Kistner, “Tables are for Tabular Data. Period.”